Num misto de vontades de existir e resignar fixo o olhar na busca daquilo que ainda não sei o que é...
Inerte a espera do sinal, o cheiro, sentido.
Espero a estrada que me guie
O toque que me acorde
A vida que comece...
Pouso o olhar sobre a pilha de roupas misturadas, fragmentos da ultima tentativa de fuga;
Torno a arrumá-las no seu lugar...
Não caberia tudo na mala, e assim seria impossível ir...
Seria impossível deixar o olhar, o café fraco, e a música que surge extremos da casa...
Inconcebível aceitar a derrota, o combinado do final feliz;
Aceitar que a ilusão venceu a razão, e que o nós não passou no teste.
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