O que é amor?
Quem inventou o amor?
Qual a intesidade do amor?
Essas são questões há séculos levantas por, sábios, poetas, filósofos e amantes...
Tamanha é grandeza de tal sentimento, que em todos esses anos ninguem conseguia mensurá-lo em palavras...
Quem acreditava senti-lo pensava com muito cuidado para não expressá-lo em vão...
Ouvir um "Eu te amo" era a certeza do amadurecimento de um sentimento, era um primeiro passo para uma eternidade...
Me entristesse ver que tal grandioso sentimento perdeu seu sentido...
É facil ouvir de alguem um "eu te amo"... o dificil é poder acreditar nele...
Independente do contexto no passaso o amor era a união de almas amigas, almas irmãs, almas enamoradas...
E hoje? que sentido faz? Se sem pesar muito, nem conhecer a fundo as pessoas declaram amar...
E professam isso aos quatro ventos, até que passa a emoção, e a primeira falha se manisfesta...
Esse fast love, não suporta erros, não aguenta frustrações, não supera as diferenças...
E essa banalização do amor nos deixa órfãos do maior de todos os sentimentos...
É como a história do menino e o Lobo... Quando for verdade, ninguem vai acreditar...
Os textos aqui publicados são apenas variações alucinadas da realidade. Qualquer semelhança é mera coincidência, ou não.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O encontro...
Diante da imensidão ela se vê, pequena e impotente...
O temor misturado a admiração transforma tudo em magia.
O granulado da areia massageia seus pés,
O sol complementa os sentidos amortecendo todo seu corpo,
Todos os sentimentos ruins se esvaem...
Existe um diálogo nesse encontro,
Uma conversa que só eles podem entender...
A cada onda uma resposta,
E ela jura que sabe o que ele quer dizer...
Ali ela se sente inteira, até o momento da partida...
A ressaca demosntra a indignação dele, ao ver os olhos chorosos da menina...
Mas acalma-te Mar, que os dias se vão breves,
E sua menina prepara a fuga pra encontrar-te intenso e leve...
O temor misturado a admiração transforma tudo em magia.
O granulado da areia massageia seus pés,
O sol complementa os sentidos amortecendo todo seu corpo,
Todos os sentimentos ruins se esvaem...
Existe um diálogo nesse encontro,
Uma conversa que só eles podem entender...
A cada onda uma resposta,
E ela jura que sabe o que ele quer dizer...
Ali ela se sente inteira, até o momento da partida...
A ressaca demosntra a indignação dele, ao ver os olhos chorosos da menina...
Mas acalma-te Mar, que os dias se vão breves,
E sua menina prepara a fuga pra encontrar-te intenso e leve...
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Esse não é meu mas gostaria que fosse...
Escrevo dentro da noite
Estou escrevendo para não gritar.
Para não acordar os que dormem felizes lado a lado, os que repousam, aconchegados, os que se encontram e continuam juntos e não precisam sonhar porque não dizem adeus... Estou escrevendo para não gritar.
Para enfunar o coração ao largo. E as palavras escorrem salgadas como um córrego de águas mortas num silencioso pranto. Tão perto, e nem percebes minha insônia.
Nem ouves a confidência que põe nódoas no papel para não ter que acordar-te e se transmuda em palavras, que são estátuas de sal.
Estou escrevendo para não gritar. Para não ter tempo de acompanhar a noite, para não perceber que estou só, irremediavelmente só, e que te trago comigo sem outra alternativa que o pensamento- cela em que me debato a olhar a lua entre grades.
Estou escrevendo para não gritar. Para não perturbar os que se amam se juntam, e se estreitam, e sussurram na sombra e passeiam ao luar, para que as palavras chovam num dilúvio, silenciosamente, e me alaguem, e me afoguem, e me deixem pela noite a dentro como um corpo sem vida e sem alma, a flutuar... (J G de Araujo Jorge)
Estou escrevendo para não gritar.
Para não acordar os que dormem felizes lado a lado, os que repousam, aconchegados, os que se encontram e continuam juntos e não precisam sonhar porque não dizem adeus... Estou escrevendo para não gritar.
Para enfunar o coração ao largo. E as palavras escorrem salgadas como um córrego de águas mortas num silencioso pranto. Tão perto, e nem percebes minha insônia.
Nem ouves a confidência que põe nódoas no papel para não ter que acordar-te e se transmuda em palavras, que são estátuas de sal.
Estou escrevendo para não gritar. Para não ter tempo de acompanhar a noite, para não perceber que estou só, irremediavelmente só, e que te trago comigo sem outra alternativa que o pensamento- cela em que me debato a olhar a lua entre grades.
Estou escrevendo para não gritar. Para não perturbar os que se amam se juntam, e se estreitam, e sussurram na sombra e passeiam ao luar, para que as palavras chovam num dilúvio, silenciosamente, e me alaguem, e me afoguem, e me deixem pela noite a dentro como um corpo sem vida e sem alma, a flutuar... (J G de Araujo Jorge)
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Ja não mais amor...
Ja não mais sei separar os sentimentos...
Tudo se mistura dentro de mim... Amo com raiva, quero com desgosto...
Tento encontrar o ponto de instabilidade nos outros... mas é em mim que ele se manifesta...
Mas não posso ser a unica culpada...
É estranho pq sempre que eu acho que conheço as pessoas, percebo que elas ñ passavam de uma mera ilusão...
Como vou culpá-las por nao serem o que eu acreditava que fossem? Mas como não culpá-las por me enganarem tanto tempo...
É existem coisas que só o tempo nos mostra... O dificil é esperar a boa vontade dele...
Tudo se mistura dentro de mim... Amo com raiva, quero com desgosto...
Tento encontrar o ponto de instabilidade nos outros... mas é em mim que ele se manifesta...
Mas não posso ser a unica culpada...
É estranho pq sempre que eu acho que conheço as pessoas, percebo que elas ñ passavam de uma mera ilusão...
Como vou culpá-las por nao serem o que eu acreditava que fossem? Mas como não culpá-las por me enganarem tanto tempo...
É existem coisas que só o tempo nos mostra... O dificil é esperar a boa vontade dele...
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